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Abandono, uma história que une gatos e pessoas da terceira idade

08/08/2022
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Tenho que abrir espaço aqui para falar de uma situação que tem sido comum no País – de pessoas, especialmente da terceira idade, mas não apenas, que estão passando por processos de profunda depressão , por conta do isolamento imposto pela pandemia e, mais ainda, pelo abandono de seus filhos. Foto: Internet

Sônia Maia
Especial para o 50emais

Os irmãos Eros e Gaya estão em busca de um lar amoroso. Estão castrados, 4,5 meses e prontinhos para seu novo lar. Aqui, conto não apenas sua história, mas também como acabou se interligando à outra: a das pessoas da terceira idade, que estão se tornando órfãos de seus filhos.
***
A história de Eros e Gaya é muito parecida com a da maioria dos animais abandonados diariamente por todos os cantos do País. Vivo ao lado de uma casa em ruínas há mais de 25 anos, que pertence a um hospital municipal, e que vem sendo foco de abandono de animais há anos, em especial gatos filhotes. Quatro em situação de rua, que já habitavam a casa quando aqui cheguei há treze anos,e que continuam lá. Eram 12 no começo. Ajudo a alimentar os quatro que sobreviveram, junto com o senhor que cuidava antes, mas que foi despejdo e, mesmo assim, vem todas as manhãs alimentá-los.

Eros e Gaya foram abandonados duas semanas antes do Natal de 2021. Pequeninos, como sempre, foram tirados da mãe antes de completarem o ciclo de amamentação. Levei uns dois dias para saber onde se escondiam na casa em ruínas, cujo ‘portão’ é improvidado com madeiras fragilmente pregadas, muito fáceis de derrubar.

Lembro de duas cenas muito engraçadas e interessantes, que vou contar pra vocês. Uma foi o comportamento dos quatro em situação de rua, que atualmente vivem mais em baixo de uma caminhote, que fica permanentemente estacionada lá, onde arrumei caminhas feitas com palete e caixas de papelão.

Eros e Gaya, os dois irmãoszinhos que aguardam adoção o mais rápido possível. Foto: Sônia Maia

Logo depois dos bebês serem abandonados, e enquanto eu tentava encontrá-los, os adultos, três deles já com quase 9 anos, vieram até mim e miando de uma forma diferente…. Imaginei estavam querendo me falar dos bebês… É como se dissessem: “Você viu os bebês?” Ou: “Tem bebês aqui!!!!” E eu respondi: “Bem, vocês agora têm que fazer a parte de vocês”, que seria acolhê-los e indicar o caminho da comida, enquanto não os localizava. No outro dia, quando fui colocar comida em baixo do caminhão para os em situação de rua, fiquei surpresa em ver que, logo em seguida, os quatro estavam do lado de fora…Pensei: “Ué! Já comeram? Tão rápido?”. Então, fui olhar debaixo da caminhonete e lá estavam os filhotes comendo… Eles tinham expulsado os maiores!!!

No dia seguinte, já havia descoberto onde se escondiam e passei a alimentá-los por ali. Foi quando tirei uma das fotos desta matéria e lancei um chamado para interessados em adotá-los. Toda esta parte entre o abandono e o resgate duraram 4 dias.

Logo que lancei o chamado, uma amiga de 71 anos quis adotá-los. “Estou meio para baixo e acredito será bom tê-los comigo, para me fazer companhia… Já tive gatos e cachorros. Amo os animais!”, disse minha amiga Olga pelo zap. E fiquei tão feliz com a notícia, que os levei para seu apartamento, me compromentendo a pagar a castração quando chegasse a hora. E dar o apoio que ela precisasse no começo… E tudo correu bem até o começo de fevereiro, quando o sentimento de ‘meio pra baixo’ de minha amiga se transformou em uma profunda, mas profunda depressão, que a paralizou.

E é nesse ponto que tenho que abrir espaço aqui para falar de uma situação que tem sido comum no País – de pessoas, especialmente da terceira idade, mas não apenas, que estão passando por processos de profunda depressão, por conta do isolamento imposto pela pandemia e, mais ainda, pelo abandono de seus filhos. Como chamou a atenção a matéria, “os idosos estão ficando órfãos de seus filhos”.

Este é o caso de Olga, e de duas tias minhas, estas colocadas em asilos, apesar das boas condições financeiras dos filhos, netos, cunhados etc. Pessoas que vivem de aposentadoria e enfrentam, também, profundas dificuldades financeiras, por conta até mesmo dos aumentos exorbitantes que todos estamos vivenciando. Para quem já vivia no limite financeiro, como Olga, essa é uma realidade que torna tudo ainda mais pesado e insuportável.

Desde então, tenho ido a cada três, quatro dias para limpar a casa dela, estimulá-la a comer e ver como estão os gatos… Apesar do quadro, ela não deixa faltar alimento e água para os gatos, limpa a caixinha, e quando vou lá dou uma geral, compro ração, areia e forneço tudo que é necessário para mantê-los.

Eros e Gaya quando foram resgatados, no Natal de 2021. Foto: Sônia Maia

Há quase duas semanas, levei-os para castrar, pela situação vulnerável de serem macho e fêmea e ainda por cima irmãos. Tive que fazer uma vaquinha entre amigos para pagar as castrações, porque não dava para esperar os possíveis 180 dias da prefeitura pós inscrição. Eros está ótimo, mas Gaya, apesar de todos os cuidados, teve que ser internada por conta de um quadro febril – entrou hoje no 3o dia de internação. E agora, depois de um hemograma realizado dia 26 de fevereiro, está sendo tratada com um quadro de inflamação. Espero buscá-la ainda hoje e devolvê-la para o convívio com seu irmão, que sente muito a falta dela.

Preciso tirá-los desta situação atual, de forma urgente. Não tenho como acolhê-los definitivamente porque vivo com minha mãe de 84 anos, e já tenho dois gatos resgatados há oito anos, aqui comigo, além desses quatro em situação de rua, que ajudo a cuidar, e desse trabalho de resgate, que volta e meia tenho que enfrentar.

O ideal seria uma turora ou tutor disposto a acolher ambos, porque são irmãos e muito unidos. Porém, se isso não for possível, infelizmente terei que separá-los.

Se você se sensibilizou com esta história tão comum e quiser adotar ambos ou um deles, entre em contato comigo: Rosa Maia, zap/cel 11 99249 6585. Email: soniamaiauk@gmail.com. São Paulo, Zona Sul.

O amor deve ser o que pulsa nosso viver!

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Iniciei minhas atividades como jornalista na década de 70. Trabalhei em alguns dos principais veículos nacionais, como O Estado de S. Paulo e Jornal de Brasil. Mas a maior parte da minha carreira foi construída no exterior, trabalhando para a emissora britânica BBC, em Londres, onde vivi durante mais de 16 anos. No retorno ao Brasil, criei um jornal, do qual fui editora até me voltar para a internet. O 50emais ganhou vida em agosto de 2010. Escolhi o Rio de Janeiro para viver esta terceira fase da existência.

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