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Idosos que jogam tênis têm músculos similares ao de jovens

Se você gosta de jogar tênis, pode comemorar: o esporte é um dos melhores para garantir um envelhecimento saudável, conforme mostra um estudo desenvolvido por pesquisadores da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). Isso porque ele trabalha o equilíbrio, o que ajuda os idosos a levarem uma vida com maior autonomia, além de proteger contra quedas, acidentes que são a terceira maior causa de morte entre pessoas com mais de 65 anos no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde.

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Dermatologista dá 10 dicas para manter pele saudável e bonita

Maior órgão do corpo humano, a pele pode atuar como um verdadeiro espelho, refletindo o passar do tempo e os hábitos adotados durante a vida. Isso porque, muito além da falta do protetor solar, determinados comportamentos no decorrer dos anos podem acelerar o processo de envelhecimento da pele e deixá-la mais suscetível ao surgimento de doenças.

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A cúrcuma é usada como remédio há milhares de anos

A cúrcuma tem sido usada como tempero e remédio há milhares de anos. E nas últimas décadas se tornou popular como suplemento nutricional, muitas vezes vendido como curcumina – um composto químico encontrado na cúrcuma seca – com alegações de que pode aliviar dores nas articulações, reduzir a inflamação e melhorar a mobilidade.

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Dançar charme depois dos 50 só faz bem à saúde

O grupo Charme em Movimento, de Brasília, está mostrando na prática que, mesmo depois dos 50 anos ou, principalmente, depois dos 50, dançar não é apenas um prazer, mas uma fonte infindável de benefícios físicos e mentais.

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O Brasil mudou: “Visão da velhice ficou velha”

dinâmica demográfica que se consolida no país. A população envelhece em ritmo acelerado, mostraram os primeiros dados do Censo 2022 no mês passado. Mais da metade dos 203 milhões de brasileiros já está acima dos 30 anos e 15% têm 60 ou mais. Essa última parcela, que hoje é de 30 milhões, vai alcançar 25,7% da população em 2040, movimentando a chamada “economia do cuidado”.

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A gente se prepara para aposentadoria, mas não para ganhar músculos

“Eu era totalmente sedentária, não fazia nenhuma atividade física, e lá pelos 50 anos comecei a sentir dor no joelho. Procurei um ortopedista e ele me deu diagnóstico de condromalácia (desgaste da cartilagem do osso da patela, localizado na frente do joelho). Fui para a fisioterapia, mas meu ortopedista sempre falou que eu precisava de atividade física. Relutei muito. Aí, vi que estava perdendo osso, começando a osteoporose, me assustei bastante. Quando recebi o diagnóstico de condromalácia no outro joelho, resolvi começar a fazer musculação.