
Meus filhos precisam saber com quem estou saindo?
A ironia é descobrir que, algumas décadas depois, podemos voltar ao mesmo interrogatório, desta vez sentados do outro lado da mesa. Mudam as perguntas, mas permanece uma espécie de fiscalização afetiva. E ela costuma chegar disfarçada de uma frase difícil de contestar: “Estou apenas preocupado com você”.













