Comportamento

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As coisas que não consertamos mais

Durante boa parte da vida, fomos educados para consertar as coisas. Sapatos ganhavam sola nova. Guarda-chuvas voltavam a abrir. Relógios eram desmontados peça por peça. Liquidificadores atravessavam décadas fazendo barulho na cozinha.

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Por que temos tanto medo da morte?

A morte é a única certeza da vida. Ainda assim, poucas coisas provocam tanto medo, angústia e inquietação quanto a ideia de deixar de existir. Desde os tempos mais remotos, o ser humano tenta compreender o significado da morte e encontrar formas de lidar com ela.

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O dia em que tive que ensinar meu filho a fazer um suco de laranja

Os filhos precisam superar os pais. Precisam correr mais rápido. Entender mais cedo. Aprender linguagens que a geração anterior jamais dominará completamente. O progresso humano talvez exista justamente porque os filhos chegam onde os pais não conseguiram chegar.

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O corpo muda, mas a sexualidade continua ativa na maturidade

Estudos recentes indicam que grande parte das pessoas acima dos 60 anos continua sexualmente ativa. Uma pesquisa publicada na revista Ciência & Saúde Coletiva apontou atividade sexual em mais da metade dos idosos entre 65 e 74 anos. Outro levantamento revelou que 68,8% dos idosos entrevistados afirmaram manter vida sexual ativa.

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O drama das muitas senhas: sem elas não existimos digitalmente

Há senhas para o celular, para a televisão, para o streaming, para o plano de saúde, para o condomínio, para o e-mail, para as fotos da família, para o imposto de renda, para os aplicativos que prometiam facilitar a vida e acabaram exigindo outra senha.

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Mulheres vivem bem mais que os homens, mas não vivem melhor

As mulheres vivem mais do que os homens em praticamente todo o mundo. No Brasil, a expectativa de vida feminina ultrapassa os 79 anos, enquanto a masculina permanece vários anos abaixo disso. À primeira vista, esse dado parece representar uma vitória da saúde feminina. Mas a realidade é mais complexa. Viver mais não significa, necessariamente, viver melhor.

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A gaveta que nunca mais fechou direito

É preciso empurrá-la devagar, levantar um pouco do lado esquerdo e depois insistir com delicadeza, como quem convence uma criança teimosa a dormir. Qualquer visita percebe. Qualquer marceneiro resolveria em meia hora.

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