Comportamento

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O dia em que você percebe que virou referência para alguém

A senioridade aos 50 tem um traço curioso: ela chega antes da nossa autorização. Ninguém consulta. Ninguém pede documento. Ninguém entrega crachá. Um dia, simplesmente, alguém mais jovem interrompe a própria confusão e pergunta, com respeito desconcertante: “O que você faria no meu lugar?”

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O que está por trás desse nosso pavor de envelhecer

As  pessoas, de maneira geral, têm medo de envelhecer, não só porque significa estar mais próximas do fim, mas, principalmente, por causa da valorização exagerada da juventude que ainda existe no Brasil, embora já não sejamos mais um país jovem. Ao contrário, a população brasileira envelhece tão rapidamente que, a previsão é que, já em 2030 seremos o quinto país mais envelhecido do planeta.

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Violência contra a mulher: Como pôr fim a essa verdadeira epidemia?

“Eu tinha 57 anos quando entendi que não era ciúme, era vigilância”, conta Marta, nome fictício, administradora, moradora São Paulo. Ela descreve um casamento longo que, por fora, parecia estável. Por dentro, o controle foi fechando as saídas: cobrança por horários, críticas que viravam humilhações, brigas por dinheiro, pressão para reduzir contato com amigas. “Quando eu falava em me separar, ele dizia que eu não ia conseguir me sustentar e que ia ‘resolver do jeito dele’. Passei a dormir com o celular na mão.”

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Cabelos brancos: assumí-los ou pintá-los?

Desde que Glória Pires, aos 57 anos, decidiu parar de pintar os cabelos e assumir os fios grisalhos, em 2020, depois de gravar a novela Éramos Seis, na Globo, toda entrevista que dá, tem sempre que responder a mesma pergunta: por que você optou por deixar os cabelos brancos?

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Blocos 50+: o carnaval que cabe na vida

Tem uma cena que explica muito do que está acontecendo no Carnaval de rua. Chove, alguém abre uma sombrinha no meio da multidão e, de repente, a palavra “tia”, usada como rótulo, vira motivo de riso e de reação. Dessa história nasceu um bloco paulistano criado por pessoas com mais de 50 anos, com a proposta de dar voz e presença a quem nem sempre se viu representado na folia.

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Casais que se amam. mas moram separados, um arranjo que cresce após os 50

Tem uma liberdade que só aparece quando a gente já viveu o bastante para não confundir amor com presença em tempo integral. É a liberdade de dizer: eu gosto de você, eu quero você, mas eu também quero a minha casa. Minha cama do meu jeito, minha cozinha com o meu ritmo, meu silêncio sem explicação.

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