Cultura

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Aos 52 anos, brasileira é a primeira mulher a assumir orquestra alemã

A maestra Andréa Huguenin Botelho assumiu no início de 2026 a regência titular da Westpfälzischen Sinfonieorchester, na cidade de Kusel, no estado alemão da Renânia-Palatinado, e se tornou a primeira mulher a ocupar o cargo em mais de 130 anos de história da instituição. A estreia pública está prevista para 21 de junho.

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Marieta Severo, capa da revista Vogue: A chegada dos 80 é muito significativa

Neste ano em que completa seus 80 anos de vida e 60 de carreira no audiovisual (estreou na TV Globo em 1966 na novela O Sheik de Agadir), a atriz já tem por vir uma série na Netflix — sua primeira produção no streaming —, mais seis longas a estrear no cinema, além de um livro que compila todos os escritos de seu companheiro, o dramaturgo Aderbal Freire Filho, morto em 2023, a ser lançado pela editora Cobogó em maio no Teatro Poeira, que comanda há 20 anos ao lado da inseparável Andrea Beltrão.

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Tânia Maria: “Ainda não caiu a ficha que sou famosa”

50emais A artesã Tânia Maria, nascida no Rio Grande do Norte, passa a integrar a lista das pessoas que começaram a fazer sucesso, no caso dela, nacional e internacional, depois de mais velhas. Descoberta durante as filmagens de Bacurau, do diretor Kleber Mendonça Filho, ela

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Adélia Prado, considerada maior poetisa viva do Brasil, chega aos 90 anos

Adélia Prado é considerada a maior poetisa viva do Brasil. Neste sábado, 13 de dezembro, Dia da protetora dos Olhos, Santa Luzia, ela completou 90 anos, cultivando a simplicidade da vida no interior de Minas, na cidade de Divinópolis, a 118 km de Belo Horizonte, onde nasceu, cresceu, criou os cincoo filhos e vive até hoje.

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Documentário mostra a beleza do envelhecimento ativo

Volto ao tema sobre a importância dos laços sociais para uma vida longa.  após assistir ao documentário “Conversas nas Zonas Azuis”, dirigido por Gabriel Martinez, que estreia no dia 27 com sete sessões gratuitas em São Paulo. Depois, estará disponível no canal Além do Aposento.

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Primeira negra na Academia Brasileira de Letras encontra-se com as outras imortais

Sexta-feira, dia 7 de novembro, vai entrar para a História. A escritora mineira Ana Maria Gonçalves, de 55 anos, foi a primeira mulher negra a se tornar uma imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL). A autora de “Um defeito de cor” se tornou a 13ª a ocupar uma cadeira na instituição criada em 1897, no caso dela, a de número 33. Atualmente, entre 40 membros, seis são mulheres.

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